quarta-feira, 25 de fevereiro de 2026

Plebe Rude - Mais Raiva do que Medo (1993)

O álbum Mais Raiva Do Que Medo, quarto registro de estúdio do Plebe Rude, consolida a maturidade técnica e a integridade ideológica da banda brasiliense em um cenário de transição para o rock nacional. Gravado e mixado no emblemático estúdio Nas Nuvens, no Rio de Janeiro, o trabalho apresenta uma sonoridade mais densa e direta, distanciando-se das texturas do pós-punk oitentista em favor de um rock de guitarras robusto e visceral. Sob a produção, gravação e mixagem de Paulo Junqueiro, o disco captura a essência crua do grupo, unindo o discurso social contundente a uma execução técnica de alto nível.

Neste trabalho, o Plebe Rude apresenta-se como um duo, centrado na força criativa de Philippe Seabra (Voz, Guitarras, Violão e Teclados) e André X (Baixo e Backing Vocals). Essa configuração permitiu uma dinâmica de estúdio flexível, contando com a precisão rítmica de dois bateristas convidados: Kadú Menezes, que gravou as faixas 01, 02, 03, 04, 10 e 11, e Marcio Romano, responsável pelas faixas A4, 06, 07, 08 e 09. A viabilização do projeto contou com a produção executiva de Connie Lopes e Felippe Lierena, além da masterização de José São Paulo.

Um dos grandes diferenciais deste registro é a colaboração de músicos fundamentais da cena de Brasília, evidenciando o respeito mútuo entre as bandas da capital. A faixa Pressão Social promove um encontro histórico ao reunir os backing vocals de Renato Russo e as guitarras de Dado Villa-Lobos, da Legião Urbana. Outro momento de destaque é Mundo Real, versão autorizada de London Calling do The Clash, que ganha o reforço da guitarra de Fernando Magalhães, da percussão de Peninha e de um coro formado por músicos e colaboradores próximos à banda.

Lançado originalmente em 1993 pelo selo Natasha Produções, o álbum apresenta variações industriais que marcam sua época: o LP foi prensado pela Fonobrás (distribuição EMI-Odeon) e o CD fabricado pela VAT - Video Audio Tape do Amazonas S.A. Contudo, por entraves de licenciamento, o disco permanece fora das plataformas digitais até hoje, não estando disponível no Spotify, YouTube ou qualquer outro serviço de streaming. Essa ausência digital torna as prensagens originais de época os únicos registros acessíveis desta fase visceral da banda, elevando o álbum ao status de item de colecionador e relíquia histórica do rock brasileiro.

Faixas:
01. Não Nos Diz Nada (P. Seabra)
02. Sem Deus, Sem Lei (André X / P. Seabra)
03. Este Ano (André X / P. Seabra)
04. Se Lembra (André X / P. Seabra)
05. Quando A Música Terminar (André X / J. Dornellas / P. Seabra)
06. Mais Tempo Que Dinheiro (André X / P. Seabra)
07. Aurora (André X / P. Seabra)
08. Mundo Real (J. Strummer / M. Jones – Versão: André X / P. Seabra)
09. Exceção Da Regra (André X / P. Seabra)
10. Ação, Solidão, Adeus (André X / P. Seabra)
11. Pressão Social (André X)

CD cedido por Clavedesol Sustenido (Facebook).

Para baixar o álbum em FLAC, clique AQUI.

terça-feira, 24 de fevereiro de 2026

Funk, Acid & Rap (1990)

Lançada pela Som Livre em 1990 nos formatos LP e K7, a coletânea "Funk, Acid & Rap" destaca-se por uma curadoria notória e refinada. Diferente de outros lançamentos da época, o disco foca na força das pistas e dos bailes, fugindo do óbvio dos sucessos radiofônicos e entregando uma seleção que hoje é raridade absoluta.

O projeto contou com a seleção de repertório de Toninho Paladino, masterização original de Ieddo Gouvea e Sérgio Seabra, e arte de capa assinada por Marciso "Pena" Carvalho. Quase todo o repertório foi cedido pela Fermata (FIF), com exceção das faixas 04A e 04B, de selo Som Livre — o que reforça o caráter de produção nacional dessas faixas específicas.

O Processo de Remasterização

Como este título nunca recebeu um lançamento oficial em CD, este trabalho de preservação digital torna-se ainda mais essencial. O LP foi digitalizado utilizando uma agulha Shure M44G, garantindo o peso e a dinâmica originais. A restauração foi um processo em duas etapas: iniciada com o "De-noising" do site Tape It em maio de 2025 e finalizada com o aprimoramento de ponta do MVSep DeNoise em fevereiro de 2026.

O resultado final é surpreendente: mesmo partindo de um vinil, o áudio atingiu aquele padrão cristalino e encorpado característico dos melhores CDs da Som Livre da época, superando as limitações das masters originais.

A digitalização deste material só foi possível graças ao apoio de Charles Portilho, da 019 Discos. Se você busca LPs, CDs ou K7s com quem entende do assunto, visite a loja física na Rua Rio Branco (Rodoviária de Nova Odessa/SP) ou acesse a loja virtual clicando AQUI.

Faixas: 
01. Get Retarded (Now Go) - K.J. & Da Fellas
02. Roll It Up My Nigger - Success-N-Effect
03. Are You Looking for Love? - Rios Sisters
04. Copa Over Night - P.C.
05. Keep On Dancin' '90 - Gary's Gang
06. Squaredance In The House - L.A. 800 featuring Andy B
07. Christmas Rap - Toni Peret & J.MA. Castells
08. Adele Says Hit Me - Sartori & Jungle Jive

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Furacão 2000 (1988)

A série 'Furacão 2000' chega em 1988 ao seu quarto volume, lançado pela Som Livre em LP e K7. Com gerência de produção de Toninho Paladino, seleção de repertório de Sérgio Motta e edição de Ieddo Gouvea, a coletânea apresenta 8 faixas no clássico estilo Freestyle, que inspirou a sonoridade do funk carioca atual. Este volume se aproxima de seus dois antecessores, lançados em 1983 e 1986, mas estabelece uma ponte precisa entre a sofisticação de Nova York e a batida pulsante de Miami.

Vale destacar que, quando a primeira coletânea surgiu, em 1982, a proposta sonora era uma mistura de Disco, Funk, Boogie, Soul, Go-Go e Jazz-Funk, seguindo uma linha muito próxima ao início da série Cash Box. Com os novos lançamentos, a Furacão 2000 trouxe uma nova perspectiva sonora para seu público, tornando-se pioneira ao introduzir os gêneros Freestyle, Bass Music e Hip Hop no Brasil.

A ilustração de capa é assinada por Mario Bag, trazendo aquela vibe de cores vivas e estética de grafitagem — um visual que saltava aos olhos nas gôndolas das lojas da época. O projeto conta ainda com a fotografia de José Luis Pederneiras e coordenação gráfica de Marciso 'Pena' Carvalho.

A remasterização deste LP utilizou uma agulha Shure M44G, garantindo a máxima fidelidade na captura original. Infelizmente, algumas faixas do álbum original já provinham de masters de outros LPs, o que acentuou o ruído em certos registros. A situação torna-se ainda mais complexa quando MCs ou DJs utilizam samplers extraídos diretamente do vinil, resultando em uma captura de 'três camadas'.

Ao observarmos atentamente as séries Clássicos dos Bailes (Spotlight Records), Melody Hits (Som Livre) e O Som dos Bailes (Som Livre), notamos diversas gravações com áudio comprometido pelo uso excessivo de filtros na tentativa de driblar esses ruídos. Contudo, com o uso do MVSep DeNoise, o problema foi sanado: o filtro não soa agressivo e os graves permanecem encorpados, sem prejudicar a pegada dos beats.

Esta publicação contou com o apoio cultural de Charles Portilho, da 019 Discos de Nova Odessa/SP — a melhor loja de LPs, CDs e K7s da região, situada na Rodoviária de Nova Odessa.

Faixas: 
01. Check It Out (Instrumental) - Big Time Fresh
02. Catch Me (I'm Falling) - Pretty Poison
03. Stay - The Controllers
04. The Fly - World Class Wreckin' Cru
05. It's Automatic - Freestyle
06. Dreamin' - Will To Power
07. I've Got To Be Tough - MC Shy D
08. Rap Will Never Die - MC Shy D

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segunda-feira, 23 de fevereiro de 2026

Mama Africa (1989)

"Mama Africa" é uma coletânea da Som Livre lançada em 1989 nos formatos LP e K7, com seleção de repertório de Dom Pepe e Sérgio Motta, e edição de Ieddo Gouvea. A coordenação gráfica do projeto é de Marciso "Pena" Carvalho, com logo de Jair de Souza, foto de Paulo Rubens e lettering (desenho de letras à mão) de Ana Paula Guinle.

Dom Pepe foi um discotecário lendário, na ativa desde a década de 70 até sua morte em 2014, e mantinha uma sociedade com o jornalista Nelson Motta. Juntos, abriram no Shopping da Gávea o The Frenetic Dancin' Days Discotèque, que importava o estilo da Studio 54 de Nova York para o Rio de Janeiro. Nos anos 80, fundaram na Urca o Noites Cariocas, palco fundamental que pavimentou o caminho do rock brasileiro para as discotecas. No final daquela década, fundaram a boate Mama Africa.

Mas o que era a Mama África? Era uma versão mais acessível às massas do que era o African Bar, fundado em 1987 no Leblon. Em um projeto audacioso, o DJ Dom Pepe misturava o samba-reggae da Bahia (no estilo de Olodum e Banda Reflexu's) a diversos gêneros da música negra de matriz africana, contando com percussionistas que tocavam ao vivo enquanto ele operava os toca-discos. A coletânea é um apanhado fiel da sonoridade que definia essa icônica boate da Urca. Se você prestar atenção nas músicas deste álbum e imaginar a atmosfera que o saudoso Dom Pepe criava, certamente se transportará para o ambiente extasiante de uma época que não volta mais.

A digitalização deste LP foi realizada com o uso de uma agulha Ortofon Concorde Club em 19/02/2025. Recentemente, em 24/02/2026, foi aplicada a ferramenta MVSep DeNoise sobre as faixas, proporcionando um som limpo e cristalino, característico dos CDs da época. Vale ressaltar que esta é uma das raras coletâneas da Som Livre que nunca foram contempladas com um lançamento oficial em CD, tornando este resgate ainda mais especial para a memória da world music.

Faixas: 
01. Reckless - Afrika Bambaataa & Family Feat. UB40
02. Ye Ke Ye Ke - Mory Kanté
03. Hot Hot Hot - Arrow
04. Calipso Music - David Rudder
05. Mwin Ka Devine - Kassav
06. Mama Africa - Peter Tosh
07. Em'Ma (Live) - Toure Kunda
08. Rockers Tambourine - Shorty The President
09. Agent Double O'Soul - The Untouchables
10. Sex Machine (Live) - James Brown

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Disco do Povo (1982)

Lançada em 1982 nos formatos LP e K7, a coletânea Disco do Povo foi produzida pelo selo Soma / Som Livre — gravadora pertencente ao Sistema Globo de Gravações Audiovisuais (SIGLA) — e reuniu 14 faixas de forte apelo popular, refletindo o cenário musical do início da década de 1980.

Na época, o SBT surgia como uma nova força na televisão brasileira, apostando em formatos ousados e populares, como o bem-sucedido O Povo na TV, que misturava jornalismo policial, espaço para reivindicações do povo e apresentadores irreverentes em sistema de rodízio. O programa logo ganhou uma trilha própria, lançada pela Copacabana Discos sob o título Os Sucessos de "O Povo na TV".

De olho no sucesso e buscando rivalizar com a proposta do SBT, a Som Livre — braço fonográfico do Grupo Globo — lançou O Disco do Povo, uma coletânea com artistas populares e canções que representavam o gosto da audiência da época, num movimento estratégico tanto musical quanto midiático. A seleção trazia faixas de vários selos fonográficos, mas, curiosamente, nenhuma da Copacabana Discos, mesmo com sua forte presença naquele contexto. A supervisão musical ficou a cargo de Sérgio Motta.

O LP foi todo remasterizado com uso de agulha Shure M44G em 29/06/2025. Entretanto, buscando a uniformização das faixas do mesmo LP, em 23/02/2026, os áudios deste álbum passaram por uma remoção de ruídoi residual através do MVSep DeNoise.

Faixas:
01. Praia e Sol – Bebeto
02. A Rua em que Você Morava – Gilberto Lemos
03. Ah! Esse Amor – Kátia
04. Fuscão Preto – João Alves
05. Amar É Viver – Altieris Barbiero
06. Criança Abandonada – Monalisa
07. La Chica – Harmony Cats
08. Carta Sobre a Mesa – Amado Batista
09. Filho Adotivo – Sérgio Reis
10. A Despedida – João Viola
11. A Banda Chegou – Roberto Leal
12. O Sequestro – Geraldo Nunes
13. O Travesseiro – Márcio Greyck
14. Mona Lisa – Serginho Meriti

Para baixar esta coletânea em FLAC, clique AQUI.

Disco do Povo Vol. 2 (1983)


“‘Disco do Povo – Vol. 2’, lançado pela Soma/Som Livre, seguiu o mesmo manual de sucesso do volume anterior: pegar um punhado de hits populares de vários selos e jogar tudo no mesmo caldeirão. Só que, claro, sem incluir nenhum artista da própria Copacabana — porque concorrência se combate com farofa própria. E que farofa: tem Sergio Mallandro convocando o ‘glu-glu’, Amado Batista sofrendo como sempre, Harmony Cats implorando por uma estrela amiga, e até Piu Piu de Marapendi avisando que hoje vai se dar bem… com a inesquecível revelação de que, sim, o nome dela é Valdemar. É brega, é cafona, é maravilhoso. Um retrato sem filtro do Brasil que ligava o rádio no AM e era feliz.. De novo, a supervisão musical ficou a encargo de Sérgio Motta.

O LP foi todo remasterizado com agulha Shure M44-G em 30/06/2025. No entanto, em 23/02/2026, os áudios passaram pelo processo de limpeza de ruídos residuais com MVSep DeNoise. 

Faixas: 
01. Vamos Dançar Mambolê - Los Angeles
02. Ah! Se Eu Pudesse - Amado Batista
03. Planta Sem Raiz - Odair José
04. Estrela Amiga - Harmony Cats
05. Funcionária da Calçada - Brenno Silva
06. Vai Cartinha - Monalisa
07. Vem Fazer Glu-Glu - Sergio Mallandro
08. Hoje Eu Vou Me Dar Bem - Piu Piu de Marapendi
09. Alegria de Viver - Sidney Magal
10. Tudo Dava Certo - Bianca
11. Mil Razões para Chorar - Gilberto Lemos
12. Já Me Esqueci - Ney Manoel
13. Marido da Enfermeira - Edson Frank
14. Pra Sempre - Claudia Telles

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Desprezo (1983)

Desprezo: De radionovela a sucesso do SBT

Desprezo (nome original Rina) é uma telenovela mexicana produzida por Valentín Pimstein e dirigida por Dimitrio Sarrás para a Televisa, exibida pelo canal Las Estrellas entre 3 de janeiro e 23 de setembro de 1977. Trata-se de uma adaptação de Luis Reyes De La Maza para a telenovela venezuelana La Italianita, produzida pela RCTV em 1973, que por sua vez foi baseada na radionovela Enamorada, original de Inés Rodena. O elenco principal contou com Ofelia Medina e Enrique Álvarez Félix, com participação especial de Carlos Ancira e antagonizada por María Rubio.

Rina foi a segunda telenovela mexicana exibida pelo SBT, sob o título Desprezo, entre 25 de janeiro e 31 de agosto de 1983, com 188 capítulos e média de 11,56 pontos no Ibope, às 18h. Substituiu Os Ricos Também Choram e foi sucedida pela novela brasileira O Direito de NascerFoi reprisada entre 12 de dezembro de 1983 e 20 de abril de 1984, às 13h, com 95 capítulos, substituindo Os Ricos Também Choram e sendo sucedida por Amor CiganoTeve uma segunda reprise entre 3 de junho e 16 de agosto de 1991, às 16h30, com 61 capítulos, substituindo A Vingança na sessão Novelas da Tarde, porém sem atingir o mesmo êxito.

A novela foi dublada pelo estúdio Elenco, que tinha Marcelo Gastandi no elenco, que inclusive gravou uma canção para a trilha sonora. Um dado curioso é que o Marcelo Gastaldi fundaria o Esútio Maga em 1984 para dublar episídios do Chaves e Chapolim e desenhos como "Snoopy e a A Turma do Charlie Brown (The Peanuts)".

Enredo

A trama acompanha Rina, uma moça corcunda que vende flores para sustentar seu pai e seus irmãos, já que a mãe os abandonou. Um dia, enquanto vendia flores, ela é chamada por Leopoldo, um senhor idoso, ranzinza, inválido, mas muito rico e viúvo. Ele a convence a se casar com ele para impedir que a herança vá para sua cunhada Rafaela. Rina aceita o pedido e casa-se, buscando resolver os problemas financeiros da família.

Pouco tempo depois, Leopoldo morre e Rina torna-se herdeira de uma grande fortuna. Ela se submete a uma cirurgia, deixa de ser corcunda e transforma-se em uma linda mulher.
Rafaela, inconformada por não ter ficado com a herança, arma um plano com seu filho Carlos Augusto, recém-viúvo. Ele se casa com Rina; ela se apaixona por ele, mas ele a despreza e se recusa a se deitar com ela.

Em determinado momento, os dois ficam embriagados, acabam dormindo juntos e Rina engravida. Aos poucos, Carlos Augusto passa a amá-la. Entretanto, Rafaela continua a conspirar contra Rina, fazendo com que ela seja considerada louca e internada em um sanatório, enquanto Rafaela assume a guarda do neto e o controle da fortuna.

Uma Trilha Sonora sob medida para o Brasil

No Brasil, foi lançado um LP pelo selo Fermata Indústria Fonográfica – FIF, contendo músicas originais da novela e outras gravadas exclusivamente para versão brasileira. A seleção de repertório é de Toninho Paladino. e sonoplastia de Aroldo Wosh. A trilha sonora traz grandes raridades da música que só sairam em compacto, como "Velho Jeans" (Regina), "Sonho Colorido" (Sol), "Tudo Dava Certo" (Bianca), "Lembranças Que Eu Guardei" (Julio Cezar), "Ânsia de Viver" (Marcelo Gastaldi) e "Nunca Mais Vou Te Esquecer" (Raul Marcos).

Remasterização

O LP foi remasterizado com uso de agulha Ortofon Concorde Mix, garantindo a máxima fidelidade sonora de áudio. Em fevereiro de 2026, a publicação ganha um caráter especial, com o tratamento das faixas no MVSep DeNoise e substituição da faixa "Amor Brincadeira" pela gravação do LP do grupo Shampoo lançado pela RCA em 1983, com qualidade muito superior.

Faixas:
01. Concerto para Uma Só Voz (Concerto Pour Une Voix) - Wanderley Cardoso part. esp. Silvinha
02. Vai Mais Coração - Marcelo
03. Velho Jeans - Regina Carvalho
04. Amor Brincadeira - Shampoo
05. Lembranças que Eu Guardei (Memory) - Julio Cesar
06. Sonho Colorido - Sol
07. Desprezo (Je Suis Malade) - Pierre Porte Orchestra
08. Minha Liberdade - Wando
09. Sinto a Falta Desse Amor - Beth Maia
10. Tempos Modernos - Lulu Santos
11. Ansia de Viver (Je Suis Malade) - Marcelo Gastaldi
12. Tudo Dava Certo (Living Next Door to Alice) - Bianca
13. Nunca Mais Vou Te Esquecer (Eye in the Sky) - Raul Marcos
14. Pedras de Cristal - Junior Mendes

Para baixar a trilha em FLAC, clique AQUI.