domingo, 30 de agosto de 2026

Kenny Rogers - 42 Ultimate Hits (2004)

Kenny Rogers foi uma das figuras mais marcantes da música popular americana, construindo uma carreira que aproximou o country das grandes paradas pop internacionais. Nascido em Houston, no Texas, em 1938, iniciou sua trajetória musical ainda jovem e passou por diferentes estilos e formações antes de alcançar projeção com o grupo The First Edition, no final dos anos 1960. A experiência acumulada nesse período abriu caminho para sua carreira solo, consolidada a partir da década de 1970.

Com sua voz rouca e facilmente reconhecível, Rogers encontrou espaço especialmente em canções construídas como pequenas narrativas, abordando relacionamentos, conflitos pessoais e personagens do cotidiano. Essa característica tornou-se uma das marcas de seu repertório e ajudou a ampliar seu público para além dos limites tradicionais da música country.

Um dos momentos decisivos de sua carreira ocorreu em 1978, com o lançamento de “The Gambler”. A canção tornou-se um de seus maiores sucessos e ficou tão associada à imagem do cantor que inspirou uma série de filmes produzidos para a televisão, protagonizados pelo próprio Rogers. Nos anos seguintes, ele ampliou ainda mais sua presença nas paradas com gravações como “Lady”, composta e produzida por Lionel Richie, e “Islands in the Stream”, registrada em dueto com Dolly Parton e transformada em um dos maiores sucessos da parceria entre country e pop nos anos 1980.

Ao longo da carreira, Kenny Rogers também participou de projetos coletivos importantes da indústria musical americana. Em 1985, integrou o grupo de artistas reunidos pelo USA for Africa para a gravação de “We Are the World”, destinada à arrecadação de recursos para ações humanitárias na África.

Com mais de 100 milhões de discos vendidos ao longo de sua trajetória, Rogers tornou-se um dos artistas de maior alcance comercial ligados à música country e, em 2013, foi incluído no Country Music Hall of Fame. Após anunciar sua turnê de despedida, encerrou suas apresentações em 2017, afastando-se posteriormente por questões de saúde.

Kenny Rogers morreu em 20 de março de 2020, aos 81 anos, em sua casa na Geórgia. Sua discografia permanece como registro de um artista que conseguiu transitar entre o country e o pop sem abandonar uma de suas características mais reconhecíveis: a interpretação de canções que transformavam histórias simples e personagens comuns em narrativas capazes de alcançar públicos muito diferentes.

Esta coletânea chamada 42 Ultimate Hits lançada pela Capitol em 2004 registra essas transições de gênero que ele fez com maestria durante toda carreira. Se prepare também para a emoção com sua voz única!

Faixas: 
01. Just Dropped In (to See What Condition My Condition Was In)
02. Ruby Don't Take Your Love to Town
03. Reuben James
04. Something's Burning
05. Tell It All Brother
06. Love Lifted Me
07. Lucille
08. Daytime Friends (feat. Dottie West)
09. Sweet Music Man
10. Every Time Two Fools Collide (feat. Dottie West)
11. Love or Something Like It
12. Anyone Who Isn't Me Tonight (feat. Dottie West)
13. The Gambler
14. All I Ever Need Is You (feat. Dottie West)
15. She Believes in Me
16. 'til I Can Make It on My Own (feat. Dottie West)
17. You Decorated My Life
18. Coward of the County
19. Don't Fall in Love With a Dreamer (feat. Kim Carnes)
20. Love the World Away
21. Lady

Para baixar ao CD 1 desta coletânea em FLAC, clique AQUI.

Faixas: 
01. What Are We Doin' in Love (feat. Dottie West)
02. I Don't Need You
03. Share Your Love With Me
04. Blaze of Glory
05. Through the Years
06. Love Will Turn You Around
07. A Love Song
08. We've Got Tonight (feat. Sheena Easton)
09. Scarlet Fever
10. Islands in the Stream (feat. Dolly Parton)
11. Buried Treasure
12. Crazy
13. Morning Desire
14. Make No Mistake, She's Mine (feat. Ronnie Milsap)
15. Twenty Years Ago
16. The Vows Go Unbroken
17. The Greatest
18. Buy Me a Rose (feat. Alison Krauss & Billy Dean)
19. It's a Beautiful Life
20. My World Is Over (feat. Whitney Duncan)
21. We Are the Same

Para baixar ao CD 2 desta coletãnea em FLAC, clique AQUI.

sábado, 29 de agosto de 2026

Dolly Parton - Love Songs (2006)

 

Dolly Parton (1946–2026) foi uma das maiores lendas da música mundial, consagrada internacionalmente como a "Rainha do Country". Nascida em uma cabana humilde no Tennessee, ela construiu um império como cantora, compositora, atriz e filantropa, vendendo mais de 100 milhões de discos ao longo de seis décadas de carreira. A artista faleceu em agosto de 2026, aos 80 anos, em Nashville.

Como singela homenagem, estou publicando a coletânea Love Songs, lançada pela Sony Legacy em 2006. 

Faixas: 
01. But You Know I Love You
02. Islands in the Stream (with Kenny Rogers)
03. I Will Always Love You
04. Here You Come Again
05. Love Is Like a Butterfly
06. You Are
07. I Really Got the Feeling
08. You're the Only One
09. Real Love (with Kenny Rogers)
10. Heartbreaker
11. We Used to
12. Think About Love
13. Old Flames Can't Hold a Candle to You
14. Please Don't Stop Loving Me (with Porter Wagoner)

Para baixar esta coletânea em FLAC, clique AQUI.

sexta-feira, 28 de agosto de 2026

Carpenters - Medley (1987)

O LP promocional Carpenters Medley foi produzido pela PolyGram do Brasil Ltda. e distribuído exclusivamente às emissoras de rádio como ferramenta de divulgação da coletânea A Arte de Carpenters. Lançado em formato de LP promocional, o disco também prestava uma homenagem à cantora Karen Carpenter, falecida em 4 de fevereiro de 1983, aos 32 anos.

Quando se coloca no LP a informação de que foi "produzido, mixado e editado por um D.J." e os títulos recebem os sugestivos nomes de Carpenters Memix e Carpenters Memedley, fica evidente o tom bem-humorado da mensagem deixada na contracapa. Não se afirma que foi Marcelo "Memê" Mansur quem está por trás das mixagens, mas fica a pergunta: que DJ você acha que cometeu essa façanha? rs...

Apesar de a documentação não confirmar essa atribuição, a ausência de um crédito nominal torna o registro ainda mais atraente. Afinal, se o DJ fosse questionado sobre quem realizou as mixagens, certamente responderia: "Não sei quem fui."

O Gazeta do Som tem o prazer de apresentar, com exclusividade, esta remasterização, preservando mais um raro registro da história da divulgação fonográfica brasileira.

Faixas:

01. Caarpenters Memix - Carpenters
(They Long Be) Close To You / We've Only Just Begun / Sing / Only Yesterday / There's A Kind Of Hush / Please Mr. Postman

02. Carpenters Memedley - Carpenters
You're Enough / I Need To Be In Love / Make Believe It's Your First Time / Yesterday Once More / Superstar / Bless The Beats And Children

Para baixar este Promocional 12'' em FLAC, clique AQUI.

quinta-feira, 27 de agosto de 2026

Bee Gees - Bee Gees Mix (1987)

Produzido pela PolyGram em 1987 para divulgação da coletânea Love Hits, dos Bee Gees, este LP promocional traz duas sequências exclusivas preparadas pelo DJ Marcelo “Memê” Mansur, responsável pela produção, mixagem e masterização do material.

Diferentemente de simplesmente reproduzir faixas da coletânea, o disco apresenta o repertório em dois medleys especialmente editados para o formato promocional. No primeiro lado está “The Bee Gees Megamix”, reunindo seis músicas do grupo em uma única sequência. No outro, “The Bee Gees Memix” — título que brinca com o apelido de Memê — apresenta mais seis canções costuradas em uma segunda mixagem.

O resultado é um registro bastante particular da divulgação de Love Hits e também do trabalho desenvolvido por Marcelo “Memê” Mansur para a PolyGram naquele período, quando discos promocionais preparados especialmente para emissoras de rádio e DJs permitiam apresentar o repertório dos artistas em edições que não faziam parte dos álbuns comerciais.

Em 25/03/2025, produzi a remasterização deste disco utilizando a agulha Ortofon Concorde Mix, obtendo um resultado de áudio incrível e marcante. Agora, em 25/08/2026, revisitei o trabalho, acrescentando uma etapa de limpeza com o MVSep DeNoise Standard, além de uma nova equalização e da remoção de alguns estalinhos pontuais que ainda haviam permanecido na gravação.

Faixas

01. The Bee Gees Megamix
Produzido por DJ Memê

Love So Right / Too Much Heaven / Fanny (Be Tender With My Love) / Love You Inside Out / You Stepped Into My Life / How Deep Is Your Love

02. The Bee Gees Memix
Produzido por DJ Memê

I Started a Joke / I Still Love You / (Our Love) Don't Throw It All Away / Reaching Out / Someone Belong to Someone / How Can You Mend a Broken Heart


Para baixar este Promocional em FLAC, clique AQUI

quarta-feira, 26 de agosto de 2026

Ponto e Vírgula - Aquela Velha História (1980)

Ponto e Vírgula foi um projeto musical surgido na década de 1970, tendo entre seus integrantes Tukley, nome artístico do paranaense Tuclay Ganzert, natural de Tomazina/PR, e o cantor e compositor Marcelo Fasolo, natural de Santo Ângelo/RS.

A trajetória do Ponto e Vírgula passou por diferentes formações ao longo daquela década. Tukley e Marcelo Fasolo estiveram juntos na fase que revelou “Chacrilongo”, enquanto posteriormente o projeto também contou com a participação de Lu Stopa. Entre as músicas associadas ao Ponto e Vírgula está “Laiká Nóis Laika (Mas Money Que É Good Nóis Não Have)”, cuja irreverente mistura de português e inglês acabou sendo lembrada muitos anos depois pela expressão “money que é good nóis não have”, popularizada pelos Mamonas Assassinas na música “1406”.

A história conhecida do Ponto e Vírgula costuma se concentrar nesses registros dos anos 1970. No entanto, um compacto duplo lançado pela Continental em 1980 revela que o projeto teve continuidade sem Tukley, permanecendo diretamente ligado a Marcelo Fasolo.

Nesse disco, Fasolo assina três das quatro músicas: “Deixe Dessa Frescura”, “Bole Bole” e “Rita Lee”. A única exceção é “Aquela Velha História”, composta por Cláudia.

A capa do compacto registra Marcelo Fasolo ao lado de uma cantora loira, cuja identidade não é informada no disco. Entre os créditos, chama atenção justamente o nome de Cláudia, que aparece apenas como autora de “Aquela Velha História”.

Até o fechamento desta publicação, o Gazeta do Som procurou contato com Marcelo Fasolo na tentativa de esclarecer quem era sua parceira no Ponto e Vírgula nessa fase, já que Tukley havia seguido por outra vereda musical, que incluiu trabalhos ao lado de Raul Seixas.

As gravações contaram com a participação do Conjunto Placa Luminosa, com Ari (baixo), Riba Nascimento (guitarra), Jota Resende (teclados), Luiz Gadelha (percussão e bateria) e Mário Lúcio Marques (sax). Mário Lúcio teve participação especialmente importante no projeto, assinando também os arranjos, a regência e a mixagem, além de dividir a produção com Marcelo Fasolo. Na função de produtor, aparece creditado pelo apelido “Pé de Louro”.

Participaram ainda Pique Riverte no acordeon e sax, T. Maia na percussão e Marco, Bisa e Rosana nos vocais.

Entre as faixas, chama atenção “Rita Lee”, homenagem de Marcelo Fasolo à cantora e compositora. A letra faz diversas referências ao repertório de Rita, enquanto o arranjo segue uma linha de rock próxima à sonoridade que marcou parte de sua carreira nos anos 1970.

Alguns detalhes curiosos cercam os créditos do disco. O misterioso “T. Maia”, indicado na percussão, trata-se de Tim Maia, embora a ficha técnica do compacto apresente apenas a forma abreviada de seu nome. Já os vocalistas creditados simplesmente como Marco, Bisa e Rosana são, respectivamente, Marku Ribas, Bisa Nascimento — irmã de Riba Nascimento — e Rosana Fiengo, que anos mais tarde alcançaria projeção nacional com “O Amor e o Poder (The Power of Love)”.

O compacto de 1980 torna-se especialmente interessante por documentar uma fase pouco conhecida do Ponto e Vírgula: já sem Tukley, mas com Marcelo Fasolo dando continuidade ao projeto, agora acompanhado em estúdio pelos músicos do Placa Luminosa.

O comerciante de discos e DJ de Sumaré, Charles Portilho, cedeu o compacto para a remasterização, realizada ainda em 2025. A captura foi feita com agulha Shure M44G, seguida de limpeza de estalos e ruído residual, além de uma boa equalizada nos graves, médios e agudos. Não espere milagre, é um compacto da Continental!

Faixas:
01. Aquela Velha História
02. Deixe Dessa Frescura
03. Bole Bole
04. Rita Lee

Para baixar o compacto em FLAC, clique AQUI.

Truke - Dá Um Break/ Vai Girar (1984)

O Truke foi formado no Rio de Janeiro, em julho de 1983, reunindo músicos que já haviam passado por outros grupos e trabalhos: Ari Mendes (guitarra; ex-Veludo e ex-Ney Matogrosso), Cândido Soza (bateria; ex-Vimana e ex-Fagner), Ricardo Mará (baixo; ex-Semente e ex-Leo Jaime) e Rony Vanilla (vocalista, ator, poeta e dançarino).

A banda deixou registrado um compacto simples com duas faixas. No lado A, “Dá Um Break” segue uma linha dançante próxima do breakbeat, com influências do funk norte-americano e do rhythm and blues. No lado B, “Vai Girar” se aproxima da new wave, gênero bastante presente no rock daquele período. O compacto acaba reunindo, assim, duas vertentes que estavam em evidência na primeira metade dos anos 1980. Curiosiamente, esta faixa aparece na coletânea "Radio Cidade Danceteria", lançada pela Rádio Cidade do Rio de Janeiro em 1984.

Antes do fim da banda, o Truke participou, em 1985, da coletânea Rock In Brazil, lançada pela RCA, com a faixa exclusiva “Franco Atirador”. Essa coletânea também se encontra disponível neste blog.

O compacto foi digitalizado e remasterizado em 19 de abril de 2025, com uso de agulha Shure M44G. Em 25 de agosto de 2026, o arquivo obtido naquela captura foi revisitado, recebendo uma nova etapa de limpeza com o MVSep DeNoise, além de reequalização do áudio.

Esta publicação foi possível graças à cessão do compacto pertencente ao acervo particular do amigo Charles Portilho, da 019 Discos, de Nova Odessa/SP, a quem deixo meu agradecimento pelo apoio.

Para comprar LPs pela loja na internet, clique AQUI.

Para baixar o compacto em FLAC, clique AQUI.

Zenith - Zenith (1989)


Formado no início dos anos 1980 em Mogi Guaçu/SP, o Zenith desenvolveu um repertório próprio, com letras em português e uma sonoridade ligada ao hard rock, A.O.R. e rock progressivo.

A formação mais conhecida reuniu Rogério Nogueira (vocal), Dé Vasconcellos (guitarra), Marcus V. Lima (baixo), Hamilton Lima (bateria) e, posteriormente, Zuza (teclados).

Entre 1984 e 1985, Rogério afastou-se temporariamente do grupo e foi substituído por Beto Cruz. Durante sua passagem pelo Zenith, Beto compôs e ensaiou quatro músicas com a banda, duas em português e duas em inglês. Entre elas estavam “Change My Evil Ways” e “Solange”, posteriormente retomadas pelo músico em seu trabalho com A Chave do Sol. “Solange” seria gravada no álbum The Key, de 1987.

Há ainda outra ligação entre as duas bandas: Dé Vasconcellos é José Carlos Vasconcelos, guitarrista creditado no álbum The Key.

Com o retorno de Rogério Nogueira, o Zenith seguiu com sua formação e, em 1989, lançou seu álbum homônimo pela Eldorado. O disco teve direção artística de Antonio Duncan e produção de Luiz Carlos Maluly, produtor que também trabalhou com nomes como Rádio Táxi, Tokyo e Ultraje a Rigor.

Uma das músicas de trabalho do álbum foi “Doce Mãe”. Segundo Rogério, a letra utilizava a figura da “mãe” como uma metáfora para o Brasil — um país vendido, explorado e ferido. A música teve circulação nas rádios do interior paulista e é lembrada pelo radialista Edmilson Pinheiro, de Ibitinga/SP, pela repercussão que alcançou nas FMs da região naquele período.

O repertório traz ainda faixas como “Asas”, “Dia-a-Dia” e “Spotlights”. Esta última tem origem justamente no período em que Beto Cruz integrou o Zenith: trata-se de uma versão em português de “Change My Evil Ways”, composta por Dé Vasconcellos e Beto Cruz. Por essa razão, Roberto da Silva Cruz (Beto Cruz) aparece entre os compositores da faixa no LP.

O álbum chega ao CD

Em julho de 2025, o selo Classic Rock Records lançou oficialmente Zenith em CD pela primeira vez, com remasterização realizada no Studio Mosh, em São Paulo. O lançamento aconteceu pouco depois de o álbum completar 35 anos, em 2024, colocando novamente em circulação um trabalho que até então permanecia restrito ao LP original.

A remasterização apresentada nesta publicação, porém, não utiliza o áudio desse CD. Trata-se de um trabalho alternativo, realizado diretamente a partir do LP original de 1989, capturado com agulha Shure M44G. O áudio extraído do vinil foi posteriormente tratado em 13/07/2025 para redução de estalos e outras interferências próprias da reprodução analógica, procurando preservar as características sonoras do registro disponível no LP. Mais de um ano depois, revisitamos este áudio para aplicar uma camada de limpeza de áudio no MVSep DeNoise.

Dessa forma, ficam disponíveis duas referências distintas do álbum: a remasterização oficial lançada em CD, realizada pelo Studio Mosh, e esta recuperação independente feita a partir do LP.

Fica registrado meu agradecimento especial a Charles Portilho, da 019 Discos, de Nova Odessa/SP, pelo apoio cultural dado a esta publicação.

Quem quiser conhecer a loja pode encontrá-la na Rodoviária de Nova Odessa. Às quintas-feiras, o espaço permanece aberto até as 22h, acompanhando o horário da tradicional feira noturna realizada no local. Para compras on-line, acesse o site AQUI.

Faixas: 
01. Dama da Escuridão
02. Doce Mãe
03. Estrelas Foscas
04. Asas
05. Spotlights
06. Dia a Dia
07. Muros
08. Curvas de Um Rio

Para baixar o album em FLAC, clique AQUI.